Vanuza Borges, da Tribuna do Norte - Diário do Paraná
Crédito: Sérgio Rodrigo, da Tribuna do Norte - Diário do Paraná
Gravidez na adolescência ainda preocupa no Vale
As primas Amanda dos Santos, 18 anos, e Taís Ferreira, 16 anos, não têm em comum apenas o parentesco. Elas, assim como 812 meninas com idade entre 10 e 19 anos na região da 16ª Regional de Saúde (RS), de Apucarana, descobriram a maternidade na adolescência. Apesar do número de meninas que engravidaram nesta faixa etária apresentar uma tendência de queda na região, as jovens mães ainda representaram 18,28% do total no ano passado. Em 2010, o índice ficou em 18,71%.
Dos 17 municípios que compõem a 16ª RS, 12 registram queda no índice de gravidez na adolescência. Apucarana apresentou uma leve oscilação, passou de 16,60% para 17,01%. Faxinal foi o município com maior número percentual de gestantes adolescentes, 29,63%, o que representa 69 mães nesta faixa etária. O indicador também cresceu em Bom Sucesso, Kaloré, Rio Bom e São Pedro do Ivaí.
Especificamente, nesses municípios, a taxa de gravidez na adolescência supera a média estadual de 18,06% e a nacional de 20%.
O indicador permite uma leitura dos anseios e transformações dessas meninas, que interrompem uma fase primordial do amadurecimento físico e psicológico. Por ser algo inesperado, na maioria das vezes, elas abandonam a escola e precisam traçar novos planos e construir novos arranjos familiares.
Leia reportagem completa na edição de domingo (05) no Jornal Tribuna do Norte – O Diário do Paraná
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as escolas deveria dar mais orientaçao para essas jovens.porque se depender dos pais.elas vao continuar engravidando